Terça-Feira, 13 de Março de 2007
Saudade de um passado não distante. Saudade dos caminhos tortuosos do Ribeirão onde eu caminhava. Não conhecia ainda outro lugar, Mas sabia que o Ribeirão eu o amava. Muitas frutas do pé eu apanhava. Banana - goiba - jabuticaba - araçá eu pegava. Com os orvalhos a minha roupa molhava. Mas logo secava. Com um canivete a laranja descascava. Sentado em uma pedra o infinito eu olhava. Com mil pensamentos, uma coisa eu pensava. Não importa onde eu estiver, irei dizer que é aqui que eu morava. Imaginando que um dia iria partir, eo meu coração palpitava. Olhava para o ceu azul e comigo mesmo eu murmurava. La em cima esta Deus e com ele conversava. Perguntei se existia outro Ribeirão , a resposta veio no vento que soprava. Na hora soubei que não havia, sendo assim o meu pequeno mundo eu o abraçava. Deus me mostrou que não existe outro Ribeirão, com um sopro de vendo na hora que eu chorava. Algum tempo depois eu partí para seguir o destino que me esperava. Sem esquecer o meu lugar vez ou outra eu voltava. O Ribeirão foi mundando assim eu notava. Para mim o importamte era o filme antigo que na minha mente passava. Desde das brincadeiras de infacia com os outros eu bagunçava.. Um grande abraço a todos. Enviado por: Filho do Ribeirão
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